sexta-feira, 9 de abril de 2010

Dom Filipe Santoro se manifesta contra o PNDH do Governo

Brasil: programa de direitos humanos é “cartilha de estilo
radical-socialista”

Pessoa é “engrenagem do estado e totalmente dependente de sua ideologia”,
diz bispo

PETRÓPOLIS, quinta-feira, 11 de março de 2010 (ZENIT.org).- O bispo de Petrópolis (sudeste do Brasil), Dom Filippo Santoro, considera que o PNDH-3 (Programa Nacional de Direitos Humanos) do governo brasileiro traz “uma visão reduzida da pessoa humana”.

O programa, recentemente lançado pelo governo, “suscita graves preocupações não apenas pela questão do aborto, do casamento de homossexuais, das adoções de crianças por casais do mesmo sexo, pela proibição de símbolos religiosos nos lugares públicos, pela transformação do ensino religioso a história das religiões, pelo controle da imprensa, a lei da anistia, etc, mas, sobretudo por uma visão reduzida da pessoa humana”.

A questão em jogo – afirma o bispo em artigo divulgado nessa terça-feira –, “é sobretudo antropológica: que tipo de pessoa e de sociedade são propostos para o nosso País”. “No programa se apresenta uma antropologia reduzida que sufoca o horizonte da vida humana limitando-o ao puro campo social”, afirma.

Segundo Dom Filippo Santoro, dimensões “essenciais são negadas ou ignoradas: como a dignidade transcendente da pessoa humana e a sua liberdade; o valor da vida, da família e o significado pleno da educação e da convivência”.

“A pessoa e os grupos sociais são vistos como uma engrenagem do estado e totalmente dependentes de sua ideologia”, sublinha.

Dom Filippo considera que os aspectos positivos, “que também existem, e que constituíram as grandes batalhas da CNBB ao longo destes anos, são englobados dentro de um sistema ideológico habilmente plantado por uma minoria que não respeita a visão da vida da grande maioria do povo brasileiro”.

Na 3º edição do PNDH, “estamos diante de uma cartilha de estilo radical-socialista, que está sendo implantada na Venezuela, Equador e Bolívia e que tem em Cuba o seu ponto de referência. Trata-se de um projeto reduzido de humanidade destinado a mudar profundamente a nossa sociedade”.

“Vida, família, educação, liberdade de consciência, de religião e de culto não podem ser definidos pelo poder do Estado ou de uma minoria. O Estado reconhece e estrutura estes valores que dizem respeito à dignidade última da pessoa humana que é relação com o infinito e que nunca pode ser usada como meio, mas é um fim em si mesma. A fonte dos direitos humanos é a pessoa e não o Estado e os poderes públicos”, explica o bispo.

O programa do Governo “é um claro ato de autoritarismo que enquadra os direitos humanos num projeto ideológico, intolerante, que fez retroceder o País aos tempos de ditadura”, considera.

Segundo o bispo de Petrópolis, “somos todos interpelados diante deste projeto que tenta desmontar a estrutura da sociedade destruindo o valor da pessoa, da vida, da família e das livres agregações sociais”.

O abuso de menores “é sempre um crime atroz”

Presidente da Conferência Episcopal Alemã pede desculpas em nome da Igreja
FRIBURGO, terça-feira, 23 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org). – “Peço desculpas em nome da Igreja Católica da Alemanha a todas as vítimas desse crime”, disse Dom Robert Zollitsch, arcebispo de Friburgo e presidente da Conferência Episcopal Alemã, na segunda-feira passada. Dom Zollitsch falou a veículos de comunicação por ocasião da abertura da Assembléia Geral de primavera dos bispos alemães.

Na agenda dos debates estarão, entre outros assuntos, os casos de abuso de menores ocorridos em escolas mantidas pela Companhia de Jesus na Alemanha.

“Sempre que houver uma suspeita, deve ser buscada uma explicação clara e transparente”, declarou o prelado durante a coletiva de imprensa, lembrando que a Conferência Episcopal do país “respondeu imediatamente” ao tomar conhecimento dos fatos.

“Para ser perfeitamente claro, afirmo que o abuso sexual de menores é sempre um crime atroz”. “Peço desculpas a todos aqueles que tenham sido vítimas deste crime”.

“No contexto da Igreja, o abuso é particularmente grave, porque as crianças e adolescentes nutrem uma confiança especial pelo sacerdote”, enfatizou Dom Zollitsch.

Neste sentido, disse que “os jesuítas assumiram suas próprias responsabilidades e souberam tirar suas lições” dos erros de alguns de seus sacerdotes.

O prelado sublinhou que já há oito anos foi estabelecida pelos bispos uma série de diretrizes para prevenir e combater os casos de abuso, e que estas disposições foram concebidas tendo em vista acima de tudo a “preocupação com as vítimas”.

“As diretrizes têm demonstrado sua eficácia”, afirmou, uma vez que possibilitaram às autoridades públicas “agirem os mais rapidamente possível”, tendo acesso “a todo tipo de informação”.

Em todo caso, explicou o prelado, estão previstas para a próxima sessão plenária discussões sobre possíveis revisões ou aperfeiçoamentos destas diretrizes, orientadas principalmente para a prevenção.

Em particular, serão discutidas medidas para avaliar a idoneidade dos futuros sacerdotes relativamente à sua maturidade psicológica e sexual. Tais medidas serão estendidas também aos agentes pastorais e ao corpo docente, e serão divulgadas ao público ao final da Assembléia.

Dom Zollitsch acrescentou que a questão é de “tamanha importância”, que será abordada em sua próxima visita a Roma, prevista para março.

Tolices beato-marxistas

Por Percival Puggina em 9 de novembro de 2009 Opinião - Brasil
Campanha da Fraternidade 2010: mais propaganda comunista apoiada pela CNBB

Tenho em mãos um pequeno folheto referente à Campanha da Fraternidade
Ecumênica de 2010 (para quem não sabe, de quatro anos para cá, a
tradicional Campanha da Fraternidade da CNBB recebeu a adesão de outras
igrejas cristãs e se tornou ecumênica).

A peça em questão foi preparada especificamente para o público jovem (tem
o subtítulo “Jovens na CFE”) e visa a orientar reuniões de grupo para
estudo e debates sobre “Economia e vida” – tema da campanha.

Na pag. 27 há um texto com o título “Campanha Nacional pelo Limite da
Propriedade da Terra, em defesa da reforma agrária e da soberania
territorial e alimentar”. Ali é defendida a tese de que todas as
propriedades rurais com extensão superior a 35 módulos fiscais devem ser
automaticamente incorporadas ao patrimônio público, sem indenização e
destinadas à reforma agrária. A título de informação: a área do módulo
fiscal é variável por município e aqui no Rio Grande do Sul, por exemplo,
oscila entre um mínimo de 7 ha e um máximo de 40 ha. Assim, calculada pela
média de 20 ha, a maior propriedade admitida seria de 700 ha.

E a CNBB se abraçou nessa idiotice? Sim. Com braços e pernas. Aliás,
gostou tanto do que leu, considerou tão valioso o material que assumiu sua
edição e distribuição. Novidade nenhuma nesse comportamento. Há décadas as
coisas, por lá, andam assim. O material da CFE de 2010, disponível no site
da CNBB, vai na mesma trilha. Depois de expressar justa e piedosa
preocupação com as situações de miséria e pobreza existentes no país,
estende o dedo indicador para as causas de tais males: o lucro e o
mercado. E, por fim, identifica a solução: um sistema econômico que
priorize a partilha e a solidariedade.

Pronto! Tudo resolvido. Como é que ninguém pensou nisso antes? Traduzindo
em miúdos o sentido da coisa, é como se a CNBB estivesse dizendo aos
investidores e empresários: “Ei! Vocês aí do sistema produtivo nacional!
Cambada de gananciosos! Querem acabar com a pobreza e safar-se do Inferno?
Adotem um modelo no qual os bens sejam repartidos e onde o lucro e as
preocupações com o mercado sejam exorcizados das vossas organizações.
Vereis, então, o maná precipitar-se dos céus sobre o deserto das carências
humanas!”.

É a mesma genialidade que, anos atrás, não queria que o Brasil pagasse
suas dívidas. É o mesmo fundamentalismo travestido de piedoso da sua
Comissão Pastoral da Terra. É a mesma matriz ideológica da Campanha da
Fraternidade do ano passado que resumia o tema da violência à luta de
classes: pelos respectivos crimes, o rico era individualmente culpado e o
pobre socialmente absolvido.

Perdoem-me os mais benevolentes que eu. Mas ano após ano, servindo-nos
sempre um pouco mais do mesmo lero-lero beato-marxista e um pouco menos da
palavra de Deus, a CNBB já foi bem além da minha capacidade de tolerância.
Ao longo dos anos, foi perfeitamente possível encontrar impressões
digitais e carimbos das suas pastorais sociais em documentos que deixavam
claro que o Reino de Deus tinha partido político na Terra. Ou não?

Parece que de tanto darem ouvidos às demagogias da esquerda nacional,
nossos bispos se deixaram contaminar! Que sistema e quais organizações
econômicas são essas que propõem na futura Campanha da Fraternidade?
Silêncio. São detalhes que não a interessam como instituição, nem aos
senhores bispos (quem cala consente!), provavelmente convencidos de que a
Economia funciona como caixinha de paróquia, na qual as coisas vão bem
quando todos põem bastante dinheiro na sacola da coleta. Ou, mais grave
ainda: continuam confundindo a Boa Nova com as velhas e fracassadas
promessas da economia planificada, centralizada, comunista, que em longas
e tristes experiências só gerou opressão e miséria.

PT decide apoiar o desumano plano de direitos humanos do governo

E-mail enviado em nome do Prof. Felipe Aquino

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PT decide apoiar o desumano plano de direitos humanos do governo

O Partido dos Trabalhadores, em seu Congresso realizado de 18 a 20 de fev
2010, aprovou lamentavelmente o Programa Nacional de Direitos Humanos do
governo, editado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final de
2009, por Decreto. Os delegados do PT entenderam que o partido deve
manifestar "apoio incondicional ao programa" por considerar que ele é
"fruto de intenso processo de participação social".

O Plano de Direitos Humanos do Governo, que quase nada tem de direitos
humanos, é criticado fortemente pelos militares, pela Igreja Católica,
pelos setores do agronegócio, pela Imprensa, pelos Magistrados e outros
segmentos da sociedade. A Igreja repudia a descriminalização do aborto, o
casamento entre pessoas do mesmo sexo, e com adoção de crianças, a
retirada dos símbolos religiosos de locais públicos, a revisão da lei da
Anistia, a restrição à liberdade de Imprensa. Dr. Ives Gandra Martins
considerou o Programa “desumano”. É preciso que o povo católico saiba
disso.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u696294.shtml

Quem matou Neide Mota? (2)

"Deveria garantir que estaria dormindo quando sobreviesse o fim.Que não houvesse pânico, trauma ou dor.” – Carta de Neide Mota, médica encontrada morta no último domingo, acusada de praticar 10 mil abortos.
O conteúdo da carta encontrada no carro onde estava o corpo de Neide ainda não foi revelado por completo. Mas, de acordo com a polícia, o escrito de Neide só reforça a hipótese de suicídio.
Morrer sem sentir dor. Que contraste com as histórias dolorosas das vidas que a médica ceifou em sua clínica de abortos clandestinos… Dez mil vidas, noticia-se!
O último desejo de Neide Mota foi registrado em cartório a três dias de sua morte: ser cremada. Desejo negado pela Justiça! Ao menos enquanto não houver comprovação enfática sobre a causa de sua morte, isso não será possível.
O corpo da médica vai ser sepultado e poderá, no futuro, ser exumado para exames médicos legais.
Neide talvez tivesse, em seu travesseiro, um encontro com sua vida perturbada por tantas mortes de inocentes crianças. Se fosse assim, pode-se dizer que, morta, continua à mercê de pertubações, as mais tristes.
Vejam como a mídia se contradiz. Dia 29 de novembro de 2009, quando Neide Mota foi encontrada morta, a TV Morena (Rede Local da Globo no MS) dizia que a suspeita
era de SUICÍDIO e que ela estava TRANSTORNADA, inclusive havia uma "carta"
ao seu lado. Carta esta que nunca revelaram o conteúdo:
"O Corpo de Bombeiros recebeu chamado da ocorrência às 15h30. O caso foi registrado inicialmente como suspeita de suicídio, mas a perícia da Polícia Civil ainda irá determinar a causa da morte. Neide teria chegado ao lugar com uma seringa na mão, um pouco transtornada e teria pedido para ficar sozinha."
Agora, dia 30 de novembro, estão dizendo que a suspeita é de HOMICÍDIO:
Campo Grande - Acusada de realizar 10 mil abortos na clínica que possuía no centro de Campo Grande, a ex-médica anestesiologista Neide Mota Machado foi encontrada morta no fim da tarde de ontem. Ela estava com uma seringa hipodérmica em uma das mãos, dentro de um carro. Pelas circunstâncias em que ocorreu a morte, a Polícia Civil trabalha com a hipótese de homicídio.
E, agora, será que estão querendo transformar Neide Mota em uma "mártir" por ter matado crianças que só iam viver em um mundo cheio de corrupçao e concorrencia porque não achava certo as pessoas terem filhos, comparando-as com macacos?
"O que temos para oferecer a uma criança neste mundo em que há competição, violência e corrupção? As pessoas são como os macacos. Colocam crianças no mundo só porque todos têm”.
(Neide Mota Machado)
Enfim, o que se sabe é que Neide Mota era ligada aos grupos de grandes abortistas do país e lucrava rios de dinheiro com seu abortório (cerca de 8 milhões). A pergunta que não quer calar: Neide se matou ou foi morta pelos abortistas para ter sua imagem mitificada e acusarem pró-vidas de a terem assassinado?
Agora, está do outro lado: no purgatório ou no inferno. Sendo esta última probabilidade a mais forte: afinal, de "boas intenções" o inferno está cheio. O inferno está cheio de bem intencionados que querem livrar inocentes de um mundo cheio de corrupção, sendo corruptos eles próprios, a começar por matar esses mesmos inocentes.
Que os abortistas se convertam antes da morte!
Emanuelle


30/11/2009 - 10h31

Ex-médica acusada de realizar 10 mil abortos é encontrada morta em MS

Campo Grande - Acusada de realizar 10 mil abortos na clínica que possuía no centro de Campo Grande, a ex-médica anestesiologista Neide Mota Machado foi encontrada morta no fim da tarde de ontem. Ela estava com uma seringa hipodérmica em uma das mãos, dentro de um carro. Pelas circunstâncias em que ocorreu a morte, a Polícia Civil trabalha com a hipótese de homicídio.

Dona de uma propriedade no bairro Chácaras do Poder, ontem ela havia ido de carro até a vizinha Chácara Capril Primavera, onde costumava comprar leite de cabra, e parou na entrada do imóvel. Quando funcionários do local se aproximaram do veículo, encontraram Neide morta.

O advogado da ex-médica, Ewerton Bellinati, diz não ter notado alterações no comportamento de sua cliente nos últimos dias. Ela seria levada a júri popular para responder por 25 abortos, dos 10 mil arrolados na acusação feita à Justiça pelo Ministério Público Estadual.

Do total, a maioria foi desconsiderada pela não localização das pacientes e por vencimento de prazo para os procedimentos judiciais. Neide havia sido presa em julho de 2007 e, em julho deste ano, teve seu diploma cassado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/estado/2009/11/30/ex-medica-acusada-de-realizar-10-mil-abortos-e-encontrada-morta-em-ms.jhtm

Médica abortista, Neide Mota está morta

O que temos para oferecer a uma criança neste mundo em que há competição, violência e corrupção? As pessoas são como os macacos. Colocam crianças no mundo só porque todos têm”. – Neide Mota Machado, abortista, acusada pelas próprias pacientes.
Suspeita de suicídio. Esse foi o registro inicial da morte da ex-anestesiologista, a médica cassada pelo Conselho Federal de Medicina, Neide Mota, que aguardava julgamento em tramitação em Campo Grande (MS), pela prática de 25 abortos, ameaça e formação de quadrilha.
Neide Mota foi encontrada morta na tarde deste domingo, 29, dentro de um veículo Cross Fox, no interior de uma chácara na qual ela costumava comprar leite de cabra. A imprensa noticia que a médica teria chegado ao lugar com uma seringa na mão, um pouco transtornada e teria pedido para ficar sozinha.
A médica foi denunciada em 2007, quando foi acusada de fazer 10 mil abortos em clínica de “planejamento familiar” no estado do Mato Grosso do Sul. A prática ilegal teria rendido um lucro de quase R$8 milhões à Neide Mota, de acordo com o Ministério Público.
Em entrevista à revista Época, ano passado, a médica negava fazer abortos ilegais. As pacientes dela, entretanto, acusavam Neide de ter praticado aborto nelas ou ter tentado induzi-las ao ato. “A médica riu de minha cara quando perguntei o que ela indicava para meu caso. Ela me disse que lá era um lugar apenas para fazer aborto”, afirma uma das pacientes, Clara.
Neide Mota está morta, escapou do júri popular, e agora presta contas a Deus.
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Refaço a pergunta que fiz em 2007, sobre Neide Mota: Um mártir pró-aborto?